APOLO TRANSFOMA PARTIDA FÁCIL EM DIFÍCIL MAIS SEGUE INVICTO
Em uma partida eletrizante marcada por dois tempos completamente distintos, o Apolo FC mostrou força, resiliência e poder de reação para superar o Seleto de Duque de Caxias por 2 a 1. Com o resultado, o Apolo amplia sua excelente fase e chega à impressionante marca de nove partidas sem perder.
Primeiro tempo: Domínio absoluto e vantagem no placar
Jogando em casa e empurrado por sua pequena mais charmosa torcida, o Apolo FC controlou as ações desde o apito inicial. A equipe imprimiu um ritmo forte, dominando a primeira etapa e criando excelentes oportunidades de gol.
O placar foi aberto por Manobra, que recebeu na frente e soltou uma bomba em um chute cruzado sem chances para o goleiro Washington que ainda chegou a tocar na bola que bateu na trave antes de entrar.
Pouco antes, o time já havia sofrido um baque com a saída de Lelo, que sentiu uma inflamação e deu lugar a Marcelinho (com Leko sendo deslocado para a lateral).
Mesmo com a alteração, o Apolo seguiu criando. O goleiro Washington, do Seleto, teve trabalho e salvou a equipe visitante em duas finalizações perigosas de Marcelinho e Leko, garantindo que o primeiro tempo terminasse com vantagem mínima.
Segundo tempo: Susto, empate e mexidas ousadas
No intervalo, o técnico Edmilson Leal promoveu uma reformulação na equipe, colocando Glauber, Inácio, Arnaldo, Wilson e Jardiran nas vagas de Marcelo Terra, Paizinho, Caizé, Leandro e Manobra.
No entanto, o time voltou sonolento e acumulando erros de passes. O Seleto aproveitou a queda de rendimento, empurrou o Apolo para o campo de defesa buscando o gol de empate. Aos 15 minutos Lenilson entrou no lugar de Vaguinho para tentar dar mais gás ao meio-campo, a pressão do time do Seleto surtiu efeito: após um cruzamento na área, o goleiro Carlos Junior dividiu pelo alto, a bola sobrou livre e o atacante do Seleto não perdoou, deixando tudo igual: 1 a 1.
O gol desestruturou o Apolo, que passou a sofrer com o cansaço evidente de seus atletas e erros na sequência das jogadas. Marcelinho tentava puxar os contra-ataques, mas não resultava em gols e a situação pedia mudanças drásticas.
Vendo a pressão da torcida e a instabilidade em campo, Edmilson Leal adotou uma postura arriscada: sacou Leko para a entrada do atacante Wil e colocou o volante Paizinho de volta no lugar de Arnaldo (que sentiu novamente uma lesão).
O gol da vitória e alívio no fim
A aposta do treinador deu resultado imediato. O Apolo mudou de postura, reencontrou o bom futebol e passou a sufocar o adversário no campo de ataque.
A recompensa veio em grande estilo: Wilson fez um lançamento primoroso para Wil, que ganhou do zagueiro e cruzou na medida para Jardiran que dominou com categoria e fuzilou as redes de Washington, marcando o gol que desempatou a partida e incendiou a torcida!
O Apolo poderia ter ampliado, senão perdesse uma chance incrível: em um contra-ataque fulminante desde o meio-campo, Wil arrancou livre cara a cara com o goleiro, mas optou por tocar fraco para Paizinho, desperdiçando a oportunidade de matar o jogo. No fim, a vitória por 2 a 1 foi confirmada, premiando a luta e a superação do grupo.
Ficha Técnica da Partida
Resultado Final: Apolo FC 2 x 1 Seleto de Duque de Caxias
Gols do Apolo FC: Manobra e Jardiran
Escalação do Apolo FC: Carlos Junior; Marcelo Terra (Glauber), Preto, Leandro Brito e Lelo (Marcelinho); Paizinho (Inácio), Vaguinho (Lenilson), Caizé (Arnaldo) e Leandro (Wilson); Leko (Wil) e Manobra (Jardiran). Técnico: Edmilson Leal
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